segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Enquanto isso... as apresentações iniciais.

O ano é 2019 e a mídia independente dedicada à música alternativa (ou a mídia alternativa dedicada à música independente - o que dá quase no mesmo) continua tendo alguma relevância. Porém, diferentemente do ocorrido em meados dos anos 2000, quando houve o boom dos blogs musicais armados de milhares de giga de discos raros, compilações próprias e interessantes artigos sobre os mais variados nichos (do early reggae ao rock garageiro sessentista, passando pela mistura nigeriana de jazz  e funk com ritmos africanos), agora as redes sociais como Instagram e Twitter - e sobretudo os aplicativos de streaming tipo Spotify, Deezer e etc - também se colocaram como canais diretos de comunicação e propagação dessa produção musical específica. 

O acesso à música, definitivamente, está mais facilitado. Diante da infinidade de opções e álbuns lançados diariamente, a questão é saber: o que vale a pena ser escutado? Há de fato algo que não vale a pena ser escutado?


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